Depois de passar o fim de semana dando pistas sobre a nova identidade visual do Twitter, o bilionário Elon Musk, dono da plataforma, cumpriu a promessa e aposentou o icônico pássaro azul, símbolo da rede social avaliada hoje em cerca de US$ 20 bilhões. Nasceu, assim, o “X”.
Apesar de muitos usuários terem sido pegos de surpresa ao acessar o Twitter e se deparar com a letra “X” estilizada, nas cores preta e branca, a ideia de repaginar a rede era uma obsessão de Musk desde que o empresário comprou a plataforma, em outubro do ano passado, por US$ 44 bilhões (mais do que o dobro do atual valor de mercado).
Inspiração veio da China
O “aplicativo de tudo” idealizado pelo dono do Twitter tem como modelo o chinês WeChat, serviço multiplataforma de mensagens instantâneas lançado em 2011 pelo gigante de tecnologia Tencent, empresa detentora do maior portal de serviços de internet do país asiático.
Inicialmente, o WeChat foi concebido como mero aplicativo de mensagens, para fazer frente a WhatsApp e Facebook Messenger. O sucesso foi tão avassalador entre os chineses que a plataforma cresceu rapidamente e de forma exponencial, até se tornar uma ferramenta por meio da qual é possível fazer praticamente qualquer coisa no mundo digital: conversar com amigos, comprar produtos, enviar dinheiro para outras pessoas, pedir comida ou usar o transporte público. Tudo em um único app.