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Adélio bispo novo laudo deve sair em 30 dias após novos exames Veja

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Dois médicos-peritos designados pela Justiça Federal estiveram, nesta segunda-feira (25), no Penitenciária Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, para verificar a condição da saúde mental de Adélio Bispo de Oliveira. Ele cumpre medida de segurança por ter esfaqueado o presidente Jair Bolsonaro, durante campanha eleitoral de 2018.

Um lado deve sair em até 30 dias. Após esse prazo, o Ministério Público Federal (MPF) e a defesa têm cinco dias cada para apresentar manifestação sobre o caso.

Na época foi considerado inimputável, por ter sido diagnosticado com transtorno delirante permanente paranoide. Pela legislação, após três anos, os internos com esse diagnóstico precisam ser reavaliados para verificar se ainda representam risco à sociedade.

Isso significa que, a depender do relatório a ser produzido pelos peritos, o juiz responsável pelo caso pode determinar liberdade a Adélio Bispo.

Outro caminho, caso não seja registrado melhoria na saúde mental dele, uma nova perícia deve ser realizada para daqui doze meses; e assim sucessivamente pelo prazo máximo de 30 anos.

A perícia de Adélio Bispo deveria ter ocorrido em junho, mas foi remarcada por falta de profissionais. O exame foi feito por médicos indicados pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), a partir de decisão da Justiça.

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O ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, é alvo de mandado de prisão preventiva em uma operação da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quarta-feira, 22. Batizada de “Acesso Pago”, a investigação tem como foco a “prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos” do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb). Segundo informações da corporação, documentos, depoimentos e o Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União apontam que “foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas” na pasta. Milton Ribeiro é investigado pela PF desde março por suposto esquema de favorecimento e liberação de verbas a pastores dentro do Ministério da Educação. O religiosos Gilmar dos Santos e Arilton Moura são apontados como membros de um gabinete paralelo do MEC, sendo responsáveis por intermediar reuniões entre os prefeitos e o ministro Milton Ribeiro. Os pastores também são alvo de investigação da Polícia Federal. Ao todo, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco prisão nos Estados de Goiás, São Paulo, Pará, além do Distrito Federal. Segundo a Polícia Federal, outras medidas cautelares também são efetuadas, como a proibição de contatos entre os investigados e envolvidos. A ordem judicial foi assinada pelo juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal e cita como tipo penal “corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência. Audiência de custódia presencial está marcada para esta quinta-feira, 23, em Brasília, às 14 horas.

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