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Chuvas intensas causam alagamentos e transtornos em Capim Grosso

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As intensas chuvas que atingiram Capim Grosso e várias outras cidades baianas nesta terça-feira (20) foram motivos de alegria, mas também de transtornos para os moradores locais. O centro da cidade, especialmente a Avenida ACM, foi duramente atingido, ficando totalmente alagado, juntamente com várias outras ruas da cidade.

Além dos alagamentos, a queda de árvores e problemas nas tubulações de esgoto agravaram ainda mais a situação, tornando algumas ruas intransitáveis e causando grandes complicações para os residentes. A obra de esgotamento em andamento na cidade, somada ao acúmulo de água das chuvas, contribuiu para agravar a situação, impedindo a evasão adequada da água e resultando em alagamentos generalizados.

Relatos de moradores indicam que as fortes correntezas quase levaram motocicletas, que foram seguradas por populares para evitar incidentes mais graves. A situação também foi registrada em outras cidades baianas, como Feira de Santana e Salvador, onde ruas e avenidas também ficaram alagadas devido às chuvas torrenciais.

É importante que a população se atente após o término das chuvas, pois é esperado que surjam buracos nas vias devido ao comprometimento do solo, o que pode representar riscos adicionais para motoristas e pedestres.

 

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O ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, é alvo de mandado de prisão preventiva em uma operação da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quarta-feira, 22. Batizada de “Acesso Pago”, a investigação tem como foco a “prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos” do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb). Segundo informações da corporação, documentos, depoimentos e o Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União apontam que “foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas” na pasta. Milton Ribeiro é investigado pela PF desde março por suposto esquema de favorecimento e liberação de verbas a pastores dentro do Ministério da Educação. O religiosos Gilmar dos Santos e Arilton Moura são apontados como membros de um gabinete paralelo do MEC, sendo responsáveis por intermediar reuniões entre os prefeitos e o ministro Milton Ribeiro. Os pastores também são alvo de investigação da Polícia Federal. Ao todo, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco prisão nos Estados de Goiás, São Paulo, Pará, além do Distrito Federal. Segundo a Polícia Federal, outras medidas cautelares também são efetuadas, como a proibição de contatos entre os investigados e envolvidos. A ordem judicial foi assinada pelo juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal e cita como tipo penal “corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência. Audiência de custódia presencial está marcada para esta quinta-feira, 23, em Brasília, às 14 horas.

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