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‘smishing’, novo golpe virtual por SMS para sequestro de dados Veja

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Os golpes financeiros antes praticados na praça agora assumem uma nova dimensão: o ambiente virtual. Com isso, ataques cibernéticos aplicados por criminosos para furtar dados pessoais por meio de e-mail e outros canais virtuais se tornaram cada vez mais comuns. Um deles é o “smishing”.

O termo, fruto da união dos termos SMS e phishing, define o golpe aplicado por meio de mensagens de texto enviadas para o celular da vítima por SMS ou aplicativos de bate-papo. Basta um clique para que o ataque seja bem-sucedido.

Nesse tipo de crime, os dados sigilosos das vítimas, como as informações dos aplicativos de bancos, podem ser furtadas de telefones, tablets e computadores.

Segundo o Serasa, responsável por análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios, o “smishing” é aplicado da seguinte maneuira:

1. Os fraudadores enviam mensagens por SMS ou aplicativos de conversa, oferecendo serviços financeiros como quitação de dívidas, bônus em carteiras digitais ou solicitação de pagamento;
2. As mensagens apresentam links ou redirecionam a vítima para um chat;
3. Ao clicar no link ou participar da conversa, a vítima tem os dados pessoais roubados;
4. Para parecer confiável e obter pagamentos ou transferências, o criminoso apresenta algum dado sigiloso da vítima, como o valor de uma dívida ou o número de um documento;
5. Geralmente, os golpistas se passam por funcionários de grandes empresas, entre elas a Serasa, e usam técnicas de convencimento para extrair os dados pessoais.

Entre as mensagens mais comuns estão:

1. Mensagens sensacionalistas ou apelativas com o objetivo de despertar medo ou a curiosidade da vítima;
2. Apelo emocional para fazer a vítima clicar nos links e baixar anexos fraudulentos;
3. Uso de frases de urgência como “faça o pagamento hoje para não perder o acesso a sua conta”, “empréstimo com juros de 1% apenas para os 50 primeiros que clicarem”.

A empresa orienta ao consumidor alguns cuidados:

1. Ao receber um SMS, verifique se a mensagem é de alguma empresa com a qual você se relaciona e se você já esperava receber um contato sobre o assunto.
2. Não use aplicativos do banco ou cartão de crédito em redes públicas de internet.
3. Não clique em links e não abra anexos recebidos por SMS de origem suspeita.
4. Não envie dados pessoais por SMS ou WhatsApp quando solicitados.
5. Nunca publique dados pessoais em redes sociais.

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Notícias

O ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, é alvo de mandado de prisão preventiva em uma operação da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quarta-feira, 22. Batizada de “Acesso Pago”, a investigação tem como foco a “prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos” do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb). Segundo informações da corporação, documentos, depoimentos e o Relatório Final da Investigação Preliminar Sumária da Controladoria-Geral da União apontam que “foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas” na pasta. Milton Ribeiro é investigado pela PF desde março por suposto esquema de favorecimento e liberação de verbas a pastores dentro do Ministério da Educação. O religiosos Gilmar dos Santos e Arilton Moura são apontados como membros de um gabinete paralelo do MEC, sendo responsáveis por intermediar reuniões entre os prefeitos e o ministro Milton Ribeiro. Os pastores também são alvo de investigação da Polícia Federal. Ao todo, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco prisão nos Estados de Goiás, São Paulo, Pará, além do Distrito Federal. Segundo a Polícia Federal, outras medidas cautelares também são efetuadas, como a proibição de contatos entre os investigados e envolvidos. A ordem judicial foi assinada pelo juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal e cita como tipo penal “corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência. Audiência de custódia presencial está marcada para esta quinta-feira, 23, em Brasília, às 14 horas.

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